Home Data de criação : 09/07/03 Última atualização : 12/01/16 13:33 / 462 Artigos publicados

Liberdade  (Frases) escrito em segunda 16 janeiro 2012 10:33

Blog de souarte :Sou Arte, Liberdade

 

Isto é a liberdade: sentir o que o seu coração deseja, independente da opinião dos outros.

(Paulo Coelho)

 

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Boas Festas  (Datas Comemorativas) escrito em segunda 26 dezembro 2011 10:28

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Diálogo  (Outros) escrito em sábado 10 dezembro 2011 13:39

Blog de souarte :Sou Arte, Diálogo


O texto que segue abaixo recebi de um amigo do facebook e eu desconheço o autor. É uma metáfora da relação do homem com Deus. O homem é visto nas figuras de dois bebês gêmeos e Deus na figura da mamãe. O ventre, é como o mundo material. A vida depois do parto, como a vida depois da morte. É muito interessante.


Um diálogo no ventre

          No ventre de uma mulher grávida, dois gêmeos dialogam:
          - Você acredita em vida após o parto?
        - Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
          - Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal, como seria essa vida?
          - Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.
         - Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.
        - Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
        - Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
       - Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
         - Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?
         - Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.
         - Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.
         - Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.


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DICA GREENPEACES: 3  (Ecologia) escrito em terça 15 novembro 2011 11:48

 

Vamos todos nos unir e salvar o Planeta Terra!

Afinal, fazemos parte dele!

 

Blog de souarte : Sou Arte, DICA GREENPEACES: 3

 

 

Greenpeaces separou 52 dicas ecológicas que são pequenas ações que todos nós podemos colocar em prática.


DICA nº 3:

COZINHE EM FOGO MÍNIMO
A comida não cozinha mais rapidamente com fogo alto, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum.

 

 

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Um Mundo  (Contos) escrito em terça 08 novembro 2011 20:53

Blog de souarte :Sou Arte, Um Mundo


          O chão está úmido. Minhas costas sentem sua friagem. Há uma brisa fresca e uma lua linda. Arranha céus não só arranham o céu como o rasgam. Num beco vazio da cidade vejo minha imagem refletida em nuvens escuras de minha vida. Minha vida? Aaaahhhh! Quero gritar, mas gritos e lágrimas são expressões funestas nesta vida-morte. Talvez quando as tivesse ainda eu estivesse viva.
          Espere! A mim, o mundo de um só. Aos outros, a comunidade. Nas nuvens do meu passado vejo: criança - mãe, dois irmãos; adolescente - mãe, padrasto, quatro irmãos, colegas, amigos inimigos; adulta - esposo, vizinhas, colegas; hoje - ninguém. Todos me acusam. Erros? Muitos erros, a nuvem mais carregada. Ser pobre, ter fome, não ter casa, nem emprego, nem ninguém. Não há ninguém dentro do peito. A escuridão da alma-noite é mais fria que a vida, faz parte da solidão.
          É dia. Há uma multidão em minha volta. A minha solidão é a mais profunda. Já que estou sozinha, vou fazer o que quero. Levantar desta laje fria, ressuscitar da sepultura e gritar para mim mesma ouvir. Anunciar a criação de um novo mundo, o meu mundo. O mundo em que sou Deus. Senhora de minhas ações! Pensando bem, criarei algo novo. Aqui se falará a minha língua. Aqui quem tiver menos será o rei. Aqui quem não conhecer ninguém será condecorado. Aqui o nada existirá, mas o nada só fará parte de meu mundo.
          Ei! Vamos brincar? Falemos na minha língua. Anestropio o lasca dod novoader siluadar? Você não entendeu? O que está acontecendo? Querem destruir meu novo mundo? Não, não me coloquem aqui! Não me prendam! Não me levem para aquele lugar horrível. Deixem-me viver em meu mundo. O que tem contra isso? É contra a sociedade? Mas quando eu vivia com vocês me diziam que eu era contra a sociedade. O que há? Sei que não me ouvem. Essa voz vem de meu novo mundo... dos meus sentimentos. Estou adormecendo, morrendo novamente e na minha vida-morte renascendo.
          Não tenho chance de ressuscitar em meu mundo. A lua está coberta de nuvens negras outra vez. Há alguém aqui? Claro que não. O todo que me espera é a liberdade de minha alma. A liberdade em mim mesma, dentro de um hospital psiquiátrico. Estou louca. Louca? Ou só? Sim, em busca de meu mundo destruído, tentando criar um melhor.

(Texto de Cláudia Elisabeth Ramos)

 

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